Devido à crescente atenção para a possível existência de fraudes, irregularidades de contabilidade e falhas na gestão na Europa e nos Estados unidos da América, os investidores e accionistas querem maior segurança sobre a forma como as organizações controlam o risco, gerando estabilidade no negócio.
Os gestores que permitirem que as ameaças não sejam identificadas, podendo materializar-se e ameaçar a sobrevivência do negócio, podem certamente esperar muito pouca compaixão no cenário actual. Pode acontecer que não tenham uma segunda hipótese.
O desafio consiste em as empresas integrarem novos tipos de controlo nos seus processos já existentes. Isto em vez de simplesmente criar burocracia interna adicional.
Se bem sucedidos, podem usufruir de um vasto leque de benefícios ao nível do negócio, o que inclui uma melhor performance financeira, uma melhor capacidade de tomar decisões baseadas no risco, estratégias de investimentos mais eficazes e uma relação mais voltada para o futuro com os investidores e accionistas.
Questões que deve ter em conta:
- Está a identificar os riscos na melhor das suas capacidades?
- Já pensou como as suas obrigações de Corporate Governance podem ser incorporadas em processos e actividades já existentes?
- Está a envolver os seus colaboradores o suficiente?
- Está consciente das actividades impulsionadoras para que o Corporate Governance possa ter sucesso, como são o caso de uma boa política de comunicação, a cultura e atitudes correctas dentro do seu negócio?
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