Um vasto número de acontecimentos tem a capacidade de corromper a actividade e fazer com que as empresas deixem de operar normalmente – terrorismo, falhas de energia, catástrofes naturais e quebra na cadeia de fornecimentos estão entre as causas mais comuns.
O Património e as Acções podem ser afectados, os colaboradores podem não conseguir deslocar-se até ao trabalho e os clientes podem não receber os produtos/serviços. A capacidade de restaurar as operações o mais rapidamente possível minimiza as perdas financeiras e aumenta a credibilidade junto do mercado.
Devido a acontecimentos como o 11 de Setembro e o Furacão Katrina, bem como o potencial impacto da Gripe das Aves, existe uma percepção cada vez maior da importância da recuperação do negócio. Foram criadas expectativas assentes na ideia de as empresas estarem cada vez mais bem preparadas para estes acontecimentos.
Muitas organizações têm Planos de Continuidade de Negócio que englobam áreas como a recuperação das TI, ou a resposta a uma emergência mas correm o risco de se focar em situações tradicionais, descorando a existência de novos tipos de ameaça.
A Gestão da Continuidade de Negócio foca-se mais especificamente nos processos críticos do negócio que têm de ser protegidos – e posteriormente recuperados – em acontecimentos de interrupção de negócio, em vez de se preocupar meramente com a recuperação de infra-estruturas.
Questões críticas que deve ter em conta:
- Já equacionou quais as vertentes do seu negócio que seriam afectadas na eventualidade de ter uma severa interrupção do negócio?
- Teve em conta os aspectos “pessoais” na elaboração deste tipo de planos – por exemplo a capacidade de os seus colaboradores poderem trabalhar a partir de casa?
- Actualiza periodicamente os seus Planos de Contingência tendo em conta as novas ameaças, caso da Gripe das Aves, e tendo também em consideração as mudanças internas da sua empresa?
- Faz testes aos seus Planos de Contingência por forma a poder identificar falhas e a treinar os seus colaboradores para uma eventualidade de actuação do plano?
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